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MTSD realiza formação com foco em conjuntura e organização coletiva em São Paulo

Atualizado: há 18 horas

Atividade conduzida por Pedro Otoni, da Inteligência Sindical, reuniu 15 lideranças do movimento, entre trabalhadores autônomos e entregadores por aplicativo


Na noite de 13 de abril de 2026, o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Direitos realizou, na BASE, no centro de São Paulo, uma atividade de formação voltada ao fortalecimento da organização coletiva. O encontro reuniu 15 lideranças do movimento, entre elas trabalhadores autônomos e entregadores por aplicativo, em um debate sobre análise de conjuntura e realização de reuniões sindicais e populares.

A formação foi conduzida por Pedro H. Otoni, da Inteligência Sindical, que trabalhou dois temas centrais para a atuação militante: a leitura da realidade política e social a partir do método de análise de conjuntura e a construção de reuniões mais organizadas, participativas e objetivas. A proposta foi oferecer instrumentos práticos para qualificar a ação coletiva e fortalecer a capacidade de organização do movimento.

A atividade integrou o processo de formação desenvolvido pelo MTSD ao longo do ano. A opção por um encontro noturno buscou ampliar a participação de trabalhadores com jornadas mais instáveis e marcadas pela precarização.


Além da discussão sobre conjuntura, a atividade abordou aspectos concretos da vida organizativa, como condução de falas, funcionamento de plenárias e assembleias, definição de pauta, relatoria e encaminhamentos. Esses elementos de formação básica dialogam com materiais formativos voltados à participação no movimento sindical e popular e ao fortalecimento de práticas coletivas mais consistentes.

A atividade também expressa, de maneira concreta, uma das frentes de atuação da Inteligência Sindical: a oferta de formações, assessorias e conteúdos aplicados para sindicatos, movimentos e coletivos populares. Ao articular elaboração política, método de análise e instrumentos de organização, esse trabalho busca responder a necessidades reais de quem atua no cotidiano da luta social e sindical.

Em um contexto de informalidade, fragmentação do trabalho e negação de direitos, iniciativas desse tipo ajudam a transformar experiência dispersa em reflexão comum, organização e capacidade de intervenção.





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